Em “Construção do campo médico (1891-1932): liberdade e regulamentação profissional“, a professora Elizabeth W. Rochadel Torresini reconstitui o cenário do livre exercício profissional no Rio Grande do Sul após a promulgação da Constituição de 1891. Abordando a evolução da medicina no mundo ocidental até o século XX, a autora detém-se no Brasil, com a intenção de situar os primeiros cursos de medicina (Salvador e Rio de Janeiro, em 1808; e Porto Alegre, em 1898) e a legislação produzida desde o século XIX.Seu foco é observar a atuação do médico diplomado no contexto do desenvolvimento das práticas dos licenciados, diplomados no exterior, práticos e charlatões. Documenta a ampliação dos casos de charlatanismo nas primeiras décadas do século XX e a luta dos médicos para conter a liberdade profissional vigente no RS, com apoio da imprensa, dos sindicatos e das associações e da população. Como resultado, o Decreto 20.931, de 11 de janeiro de 1932, que regula e fiscaliza o exercício profissional da medicina; ou o primeiro “ato médico” brasileiro (www.medianiz.com.br)

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http://lojamedianiz.tudonavitrine.com.br/produto/construcao-do-campo-medico-18911932;$56QlqpZ7zWYsLJjzZEzM0Q

 

Para ler as entrevistas, siga os links abaixo:

CARTA CAPITAL

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=21024

INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS

http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/514588-desaparecimento-nas-ditaduras-efeito-multiplicador-do-medo-e-do-terror-entrevista-especial-com-caroline-bauer

No programa Livros em Revista, Ralph Peter entrevista Katia Saisi, autora do livro “Campanhas presidenciais, mídia e eleições na América Latina: Brasil, Chile e Venezuela.

http://www.medianiz.com.br/index.html).
http://mais.uol.com.br/view/15132397

L.I.V.R.O
de Millôr Fernandes, publicada na Veja, em 6 de dezembro de 2006

“Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas – L.I.V.R.O.
L.I.V.R.O. representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado. É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo. Basta abri-lo!
Cada L.I.V.R.O. é formado por uma sequência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantêm automaticamente em sua sequência correta.
Através do uso intensivo do recurso TPA – Tecnologia do Papel Opaco – permite-se que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade!
Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. É que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso, porém, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, atraindo críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.
Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.
Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo à próxima página. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, bastando abri-lo. Ele nunca apresenta “ERRO GERAL DE PROTEÇÃO”, nem precisa ser reinicializado, embora se torne inutilizável caso caia no mar, por exemplo.
O comando “browse” permite fazer o acesso a qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda já vem com o equipamento “índice” instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.
Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você faça um acesso ao L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na última utilização mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de página é total, permitindo que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. sem necessidade de configuração.
Além disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.
Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O. através de anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada – L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. vem sendo apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O.

Publicado na Veja em 6 de dezembro de 2006:

http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fveja.abril.com.br%2F061206%2Fmillor.html&h=hAQHjVAc_

Pela 1ª vez na história, principais candidatos têm atrelados nomes eleitoralmente mais densos que podem pesar em votos

A consolidação do cenário da disputa presidencial traz uma novidade histórica: é a primeira vez que, num único pleito, todos os candidatos mais bem colocados nas pesquisas têm atrelados nomes eleitoralmente mais densos que podem pesar em prestígio e votos e definir seus destinos políticos. Continue lendo…

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-07-27/dilma-aecio-e-campos-encaram-peso-politico-de-lula-serra-e-marina.html

 

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  Em As raízes do futuro, Hugues de Varine traz uma proposta de valorização do patrimônio, de elaboração de inventários patrimoniais e programas voltados à cultura e ao desenvolvimento local. Em nove capítulos, esse livro tem como diferencial didático uma série de fichas práticas, com questionamentos e pontos relevantes para discussões, e fichas de casos exemplares, relatos de experiências da relação da comunidade com o seu patrimônio, com vistas ao desenvolvimento.

CONFIRA A SEGUNDA EDIÇÃO NA LOJA VIRTUAL MEDIANIZ

Ainda que as transformações da religião nas últimas décadas tenham diminuído a visibilidade do catolicismo barroco esua presença na sociedade, as festas e tradições católicas permanecem como práticas culturais e memória social fundamental para um grande contingente de brasileiros. Com o intuito de tratar deste tema por muitos ângulos e com grande profundidade, mostrando como vozes, imagens e ritmos expressos nas festas e rituais do catolicismo popular tomam posse dos corpos de devotos e foliões, os organizadores Léa Perez, Rafael Gomes e Marcos Martins lançam pela Editora Medianiz o livro Variações sobre o reinado: um rosário de experiências em louvor a Maria. A obra reúne textos que estabelecem um brilhante diálogo com os clássicos da antropologia, da sociologia das religiões e das cosmologias religiosas, explicando as funções da festa e a complexidade de sua operação.

O livro resulta de uma investigação antropológica realizada pelo Centro de Estudos da Religião Pierre Sanchis, da Universidade Federal de Minas Gerais e traz os autores falando de suas experiências pessoais narradas como lembranças de uma infância habitada por reis e rainhas que desfilavam pelas ruas de suas cidades natais vestidos de cetim e coroados nas praças e igrejas. Rememoram a figura de Nossa Senhora do Rosário, central neste universo devocional, como um nó agregador de práticas e crenças difusas no seu cotidiano e que ganham expressão simbólica e corpo material nos rituais performatizados nas congadas (www.medianiz.com.br)

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Ouça o programa Sala de Música e a excelente entrevista com Mateus sobre o livro Suingue, samba-rock e balanço e as suas pesquisas e atividades de músico da banda Funkalister.

(((( Rádio CBN )))) –  Sala de Música, programa apresentado no dia 10/08/2013

http://cbn.globoradio.globo.com/programas/sala-de-musica/2013/08/10/AS-DIFERENCAS-ENTRE-SUINGUE-SAMBA-ROCK-E-BALANCO.htm

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O livro Gestão de museus, um desafio contemporâneo, de Manuelina Maria Duarte Cândido foi lançado pela Medianiz durante a 23ª Conferência do ICOM, em 13/8, no Rio de Janeiro.

Em São Paulo, o lançamento será  durante o I SISEM, na Pinacoteca de São Paulo. A Livraria Loyola estará presente para a sessão de autógrafos.

Dia 2 de setembro de 2013, às 19 horas. Pinacoteca de São Paulo.

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O livro Suingue, samba-rock e balanço: músicos, desafios e cenários, de Mateus Berger Kuschick foi lançado no mês de julho, no Instituto Afro-Sul Odomodê (21/7), no Sarau Elétrico do Bar Ocidente (23/7) e no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa (24/7).  Ao conceder uma dezena de entrevistas, Mateus Berger Kuschick falou do seu trabalho de pesquisa e das origens e peculiaridades do estilo mais conhecido como suingue — mistura de samba, rock, reggae, blues e várias outras vertentes.

O livro encontra-se à venda nas livrarias Cultura, Saraiva, Palavraria e Bamboletras.

No link abaixo, você poderá ler a entrevista concedida ao jornalista Marcelo Gonzatto, da Zero Hora.

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2013/07/livro-traca-historia-do-suingue-na-capital-4208225.html